Maguetas e o Trimaísmo – Poema: Emoldurada de Rahna e Cláudia Sleman

Uma Fulô para São Jorge - 100 x 130 cm

Emoldurada
Ana – Claudia Sleman
Nilópolis – Rio de Janeiro – Brasil
Poeta do Grupo Ecos da Poesia

Pela tosca janela emoldurada
A lua, monja altiva, brilha a esfera.
Como linda pintura rebuscada
Suspensa na parede da tapera.

O caboclo simples os olhos pousa
Sobre a requintada obra de arte.
A considerar-se rico então, ousa:
– Pintura igual não há em outra parte!

Embora a secura desse torrão
Castigue dessa terra a gente pobre,
O sertanejo é na verdade um nobre.

Há em cada choupana Divina Tela
Pintada de Luz, nas cores mais belas,
A retratar o luar do sertão.

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